"Um assalto terminou com a morte de um menino de seis anos, na noite de quarta-feira (7), no Rio. Ele não conseguiu sair do veículo levado pelos criminosos e foi arrastado por aproximadamente sete quilômetros, durante a fuga dos assaltantes.
De acordo com a polícia, o menino --identificado como João Hélio Fernandes-- estava no carro com a mãe quando foram abordados pelos assaltantes, no bairro Osvaldo Cruz (zona norte). A mãe foi retirada do veículo, mas não conseguiu retirar a criança --que estava no banco traseiro, presa ao cinto de segurança. A irmã do menino e uma outra pessoa também estavam no carro e conseguiram sair.
Antes de o menino ser retirado, um dos assaltantes assumiu a direção do veículo e acelerou. Ele ficou pendurado e foi arrastado. A fuga teria durado cerca de 15 minutos, até que o carro foi abandonado em uma rua de Cascadura, também na zona norte.
Durante o trajeto, moradores que presenciaram a fuga gritaram para que os criminosos parassem o carro. A criança foi encontrada já sem vida. Os assaltantes --seriam três-- fugiram."
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u131469.shtml
Mesmo sabendo que é uma notícia antiga, coloquei-a porque é o caso mais bizarro que me lembro. Existem outros, é claro.
De qualquer forma, comecei esse artigo diretamente com a matéria para mostrar meu ponto de vista. Todas as religiões de que me lembro alegam ter um deus onisciente, onipotente e onipresente, sendo assim, pergunto: esse deus realmente tem as atribuições dadas a ele? Digo porque, esse é o tipo de caso que te faz pensar que ele não é tão poderoso, ou então não se importa.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Um comentário:
Tremendo artigo.
Difícil mesmo acreditar em deus com uma coisa triste dessas.
Concluo meu pensamento com uma frase de Herbert Vianna:
"A esperança não vem do mar ou das antenas de TV.
A arte é de viver da fé.
SÓ NÃO SE SABE FÉ EM QUÊ"
Postar um comentário